Família Ernesto Martinelli e Margherita Grazia Bernabé / Giovanni Rossetto e Anna de Conto / Lúcio Antônio Penzo e Maria SantaGiuliana / Manoel Rolim de Moura e Lúcia Margherita Penzo

Queridos leitores, sejam bem vindos ao nosso blog!

Muitas vezes, nos envolvemos tanto com o presente e com as demandas do dia a dia que acabamos deixando de refletir sobre nossas origens e a importância de nossos pensamentos. No entanto, compreender a nossa história familiar e considerar a contribuição daqueles que vieram antes de nós pode trazer uma conexão profunda com a nossa identidade e um senso de pertencimento.

Nossos antepassados ​​foram protagonistas de suas próprias vidas, enfrentando desafios e superando obstáculos para garantir um futuro melhor para si mesmos e para as gerações vindouras. Eles construíram as bases do que somos hoje, transmitindo-nos não apenas nossos genes, mas também valores, tradições e histórias que moldaram quem somos.

Ao olhar para trás, para as raízes da nossa árvore genealógica, podemos encontrar inspiração e sabedoria. A jornada dos nossos ancestrais é um testemunho da resiliência humana, da busca por oportunidades e da força para enfrentar as adversidades. Reconhecermos essas histórias nos conectamos a um passado vivo, repletas de experiências e lições que podem nos guiar em nosso próprio caminho.

Aprender sobre nossos antepassados ​​nos permite enxergar além de nós mesmos, transcendendo as fronteiras do tempo. Podemos descobrir talentos e características compartilhadas, compreendendo melhor nossas origens e os traços que moldaram nossa família ao longo das gerações.

Além disso, conheça a história daqueles que vieram antes de nós para ajudar a valorizar a importância do presente e a construir um futuro significativo. Ao compreendermos a luta e as conquistas que nos precederam, somos incentivados a honrar seu legado, aproveitar as oportunidades que temos hoje e contribuir para o bem-estar das futuras gerações.

Portanto, é essencial reservarmos um momento para refletir sobre nossas origens, investigar nossa história familiar e resgatar a importância de quem somos. Ao fazê-lo, fortalecemos nossa identidade, nutrimos um senso de gratidão e cultivamos um vínculo especial com aqueles que nos trouxeram até aqui.

Neste espaço, exploraremos a história dos nossos antepassados, focando na trajetória de Ernesto Martinelli casado com Margherita Grazia Bernabé/ Giovanni Rossetto casado com Anna de Conto/ Lúcio Antonio Penzo casado com Maria SantaGiuliana/ Manoel Rolim de Moura casado com Lúcia Margherita Penzo, imigrantes italianos que, em 1883, embarcaram rumo ao Brasil. Nossa intenção é resgatar e documentar suas experiências e contribuições.

Nossos antepassados ​​enfrentaram desafios significativos ao deixarem sua terra natal, na Itália, em busca de uma vida melhor. Ao chegar ao Brasil, construímos novas vidas e legados que formam a base da nossa história familiar.

Estamos em uma busca contínua de material para descobrir mais sobre nossas raízes e conectar suas histórias às nossas. Vamos investigar registros históricos e arquivos para preencher as lacunas que ainda existem.

Esperamos que essa jornada enriqueça nosso entendimento sobre nossas origens e inspire todos a valorizar suas histórias familiares.

Se você se encaixa nesse perfil genealógico, buscamos histórias e fotos antigas de família. Incentivamos todos a vasculhar seus baús de registros, pois podemos encontrar pessoas que não sabemos quem são, mas que podem ser compartilhados com familiares que compõem os troncos mais antigos de nossa árvore genealógica.

Essas colaborações podem nos ajudar a identificar personagens em fotos que, até agora, são desconhecidos. Juntos, podemos enriquecer nossa pesquisa e preservar a memória dos nossos antepassados.

Em nossa pesquisa, temos um amplo acervo de fotos antigas, muitas das quais não conhecemos os personagens. Em algum lugar do nosso blog, deixaremos essas fotos, na esperança de que nossos leitores possam ajudar na identificação. Agradecemos desde já pela participação de todos!

Contato: WhatsApp 041 987583126 - Clemires




História da Genealogia da família Rossetto


Primeira Geração


Nossa história genealógica começa em Cremona, mais especificamente em Soresina , na Itália, onde nasceram Pietro Rossetto (1781-1855) e sua esposa Catterina Dux (1784-1854). Pietro e Catterina viveram em uma época marcada por transformações sociais e econômicas, mas sempre valorizaram a união familiar e a tradição. Juntos, eles construíram uma base sólida de amor e resiliência, criando filhos que carregariam seu legado.


Vittore Rossetto teve dois casamentos. O primeiro com Catterina Balletto e o segundo com Angela Dalla Libera.






  • Segunda Geração

Entre os filhos de Pietro e Catterina, destaca-se Vittore Rossetto (1823), que se casou com Angela Dalla Libera (1829). Motivados pelo desejo de novas oportunidades e uma vida melhor, Vittore e Angela decidiram emigrar para o Brasil, como muitos de seus compatriotas, em busca de ameaças nas terras férteis do Novo Mundo.

Infelizmente, a viagem para o Brasil foi repleta de dificuldades. Ao chegarem no Rio Grande do Sul, desembarcaram e seguiram viagem rumo a cidade de Dona Isabel atual "Garibaldi" e, durante o percurso Ângela faleceu, deixando Vittore arrasado. Em um ato de profunda tristeza, ele realizou a dolorosa tarefa de enterrar sua esposa (Angela Dalla Libera) na beira da estrada, em um momento que simboliza não apenas a perda de um amor, mas também os desafios enfrentados por muitos imigrantes em busca de um futuro melhor.


Terceira Geração


A história da família Rossetto avançou para a terceira geração com Giovanni Rossetto (1859-1919), filho de Vittore e Angela. Giovanni casou-se com Anna De Conto (1862-1893), e juntos formaram uma nova família em meio às dificuldades e às promessas do novo mundo. Giovanni, assim como seus antepassados, enfrentou os desafios da vida com perseverança, mantendo viva a chama do legado familiar.

A vida de Anna foi interrompida precocemente, pois ela faleceu em 1893, deixando Giovanni com a responsabilidade de cuidar da família e honrar suas memórias. A força e a determinação que os Rossetto continuaram a ser passados ​​de geração em geração.






Quarta Geração


Dando continuidade à linhagem, temos Victóirio Rossetto (1887-1958), filho de Giovanni e Anna. Victorio casou-se com Santina Martinelli (1891-1966), e juntos construíram sua história, representando a quarta geração da família. A união de Victorio e Santina simboliza a continuidade dos laços familiares e a união de duas linhagens que se entrelaçaram ao longo do tempo.

Victorio e Santina enfrentaram os desafios do século XX, vivendo em um mundo em constante transformação. Eles foram testemunhas de mudanças sociais, econômicas e políticas, e sua resiliência em meio a essas adversidades contribuíram para o fortalecimento da família. Juntos, realizamos filhos que carregariam adiante a história e as tradições dos Rossetto, perpetuando os valores de amor, coragem e união que sempre foram fundamentais para a família.


Juntos o casal teve



Reflexão


A trajetória dos Rossettos, é uma poderosa lembrança do legado de coragem e determinação que nos conecta. Suas histórias nos ensinam sobre a importância da família, do sacrifício e da resiliência diante das adversidades. Ao resgatarmos essas memórias, honramos nossos antepassados ​​e continuamos a construir nosso próprio legado, inspirado por suas vidas e experiências. Que podemos sempre valorizar nossas raízes e a rica história que nos conecta!


Nos anos 1880, Soresina, localizada no norte da Itália, enfrentava sérias dificuldades econômicas e sociais. A pobreza era generalizada, o desemprego e o analfabetismo eram altos, e a estrutura agrária, ainda com características feudais, limitava o acesso à terra e à produção. Esses fatores motivaram muitos habitantes a buscar uma nova vida no Brasil, atraídos pelas promessas de trabalho e melhores condições de vida. O governo brasileiro incentivou a imigração, oferecendo terras e oportunidades para os recém-chegados.

Ao decidirem emigrar, os imigrantes enfrentaram o desafio de se deslocarem até aos portos, como Génova ou Livorno. Muitos viajavam em grupos, usando economias ou ajudados por familiares. O transporte até os portos era feito principalmente por meio de carros ou trens, a jornada podia ser longa e cansativa, com dificuldades como o custo do transporte e a falta de recursos.

Nos navios, as condições eram precárias. Os imigrantes eram acomodados em espaços apertados, muitas vezes em porões, onde a ventilação e a higiene eram deficientes. A alimentação consistia em ração básica, como pão, arroz e legumes, mas a quantidade era limitada. As condições de saúde eram preocupantes, como surtos de doenças como cólera e febre, devido ao espaço reduzido e à falta de cuidados médicos.

A viagem pelo mar poderia durar várias semanas, e muitos enfrentariam o desconforto das ondas e a incerteza do que os aguardava no novo país. Apesar das dificuldades, a esperança de uma vida melhor no Brasil sustentou os imigrantes durante essa longa jornada.





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